segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Episodio V

A Cidade Misteriosa.


“Eu pensava que o Mundo era real, porém percebi que sua realidade é o nosso Irreal. Todos os habitantes do Mundo vivem uma intensa batalha e uma vez que você está em uma batalha nunca mais saíra de uma Guerra... Eu vivo isto, nunca você ficara em paz, sempre terá alguém para te ultrapassar... E então dia após dia eu me pergunto... Por que vivemos?”.

Após a grande batalha travada com Castiel, Chrono finalmente desperta de seu longo descanso... O sol aparece, os passarinhos cantam uma leve melodia, o som da água de um rio bate sobre a longa brisa que passa por todo o local. Ele vai se levantando lentamente, então olha repentinamente para seu lado direito há um bilhete com um pequeno baú de moedas.

Chrono: -- “... Este Cass!... só me surpreende”.
Aislan: -- “Você tem sorte por ter pegado um Anjo bonzinho”.
Chrono: -- “Se eu fosse você não falava nada, porque se eu morrer... Já sabe né”.

Chrono vai se levantando lentamente, pega o baú e abre o bilhete... Começa a lê-lo curiosamente.
...
“Amigos são passados de anos em anos até a morte... Sei que você é forte e vencerá está Guerra... Eu tenho esperanças de que um dia tudo volte ao normal... Porém sei que neste dia ou eu ou você não estará mais aqui para rever o outro, pelas minhas ultimas palavras um presente e reverências para meu grande e eterno amigo... Chrono”.
“PS: Siga ao leste lá terá uma grande cidadela, o caminho é longo, quando você chegar ao local, procure por Scarsh... Ele te ajudará em seu treinamento”.
...

Chrono: -- “Nossa, até um dia Cass”.
Aislan: -- “Hum... Parece que eram bons amigos... Mas devemos seguir ao leste”.
Chrono: -- “Está certo vamos indo então... Hoje o céu está perfeito...”.

Chrono segue pensando em suas amizades e vida, agora deixados para trás... Ele vai seguindo pela trilha que vai até o leste, nestas redondezas é um clima muito tropical, com diferentes espécies de árvores e plantações. O caminho é extenso, de pura terra macia, as folhas estão belas e novas, o céu está azul com pequenas nuvens brancas, ele continua a caminhar, a viagem já vai ficando cansativa, ao chegar a um ponto do trajeto, é possível avistar que logo em frente uma grande redondeza está presente, há algumas construções... Parece que ele está perto de uma cidade.

Chrono: -- “Boa uma cidade bem aqui... Que ótimo”.
Aislan: -- “Chrono só uma coisa... Você tem dinheiro?”.
Chrono: -- “Aislan faz um favor não estraga meu dia...”.

Ao entrar na cidade, tudo é muito normal, muito silencioso, a várias casas, hotéis, bares, algumas construções e bem ao norte, uma vasta grandeza de milharal. Chrono se dirige ao hotel mais próximo, ao chegar lá ele vê uma senhora e uma moça muito bonita ela tinha cabelos ruivos, pele branca, olhos verdes, a senhora estava lendo um livro enquanto a moça estava fazendo algumas anotações, ele se aproxima.

Aislan: -- “Agente não tem dinheiro, como vamos pagar?”.
Chrono: -- “Fica frio eu tenho um plano”.
Aislan: -- “Estou imaginando o que seja”.
Chrono: -- Hei! Posso saber seu nome? –dirige seu olhar para a bela moça, olhando concentrado em seus olhos esverdeados.
Moça: -- Hum...? Pra que você quer saber?
Chrono: -- Bom, então ta, o mais importante é você ouvir o que tenho para te dizer...
Moça: --...
Chrono: -- Você acredita em amor a primeira vista?... Porque se não acreditar terei que vir duas vezes aqui, olhar seus lindos e sedutores olhos.
Moça: --... -- A moça começa a ficar envergonhada, sua pele começa a ficar avermelhada, ela sabe que nenhum homem havia dito aquilo para ela.
Chrono: -- E então agora posso saber seu nome? E quem sabe te conhecer melhor?
Sheyla: -- Eu me chamo Sheyla. – Ainda se encontrava pensativa, fala seu nome sem poder se controlar ao romantismo do garoto.
Chrono: -- Eu sou Chrono. Deixa eu te perguntar outra coisa... Posso te dar um beijo? – Muito ousado com a garota que acaba de conhecer. Porém sabe que pode ser perfeito.
Sheyla: -- Haa... Não! – Diz avermelhada, porém quase que não consegue resistir.
Chrono: -- No rosto?
Sheyla: -- Ahh sim.

Chrono se aproxima lentamente da moça, ao encostar seu rosto na macia pele da moça e dar um leve toque com seus lábios na bochecha dela.

Chrono: -- Bom, tem algum quarto para alugar?
Sheyla: Sim, sim, lá em cima. – Diz encabulada.
Chrono: -- Ótimo vou querer um... -- Diz sorrindo e olhando levemente para Sheyla.
Sheyla: --... – Entrega as chaves sem dizer nada.
Chrono: -- Obrigado... Até uma hora...
Sheyla: -- Até.
Aislan: -- “Uau!... Não é que funcionou”.
Chrono: -- “Eu disse que funcionaria”.
Aislan: -- “Chrono!... Tem algo de errado aqui...”.
Chrono: -- “Eu num vejo nada de incomum aqui...”.
Aislan: -- “A senhora o rosto dela é de um Demônio... Isto é muito estranho”.
Chrono: “Cara ela é apenas uma velhinha, não tem o que se assustar você deve estar vendo demais”.

Chrono sobe pelas escadas, o hotel tem vários quartos, é meio antigo, mais aparenta ser confortável... Ao chegar a seu quarto, é bem simples uma cama, TV, guarda-roupa e um banheiro.

Chrono: -- Aiai... Que maravilha! Agora sim eu irei dormir!

Ele se deita na cama, e começa a pegar no sono... E as horas vão passando... Seis horas depois, Chrono acorda com o barulho de umas batidas na porta...

Chrono: -- Ah... Nossa dormi bastante...

Ele se levanta e vai ver quem é... Era a senhora da recepção, ela estava com um bolo e suco em mãos...

Senhora: -- Ola!...Eu vim trazer este bolo para você... É por conta da casa...
Chrono: -- Hum... Obrigado... Eu estava mesmo com fome.
Senhora: -- Adeus!
Chrono: -- “Adeus, estranho...” Até mais!
Aislan: -- “Chrono ela é um Demônio, eu percebo seu rosto tem esta aparência tome cuidado Chrono...”.
Chrono: -- “Relaxa... Você deve estar muito tenso”.

Ao se despedir e fechar a porta novamente, ele começa a comer o bolo, alias fazia horas com que ele não se alimentava, após as primeiras fatias Chrono começa a ficar meio zonzo até cair no chão... Sem ter forças de reação apenas adormece. Horas depois ele desperta meio sonolento ainda estava deitado no chão... Ele percebe que algo estava errado, mas estava tudo normal no quarto...

Chrono: -- Ahh... Droga isso tem que acontecer logo comigo.
Aislan: -- “Ta vendo eu disse, eu avisei, mais você é teimoso”.
Chrono: -- “Aislan só se lembra que se acontecer algo comigo, acontece com você...”.
Aislan: -- “... Vamos vasculhar a cidade”.
Chrono: -- “Vamos descobrir o que esta acontecendo há algo de errado neste local...”.
Aislan: -- “Tst... Chrono... Sem duvida eu posso sentir a aura maligna de alguém nesta cidade...”.
Chrono: -- “Vamos ver isso o mais rápido possível...”.

Chrono desce as escadas e se direciona a recepção, ele não encontra ninguém no local, já anoitece e a lua ilumina toda a cidade, em questão de segundos Chrono ouve um grande grito por perto... As ruas parecem estar desertas apenas se ouve a canção de alguns animais, algo muito assustador.

Chrono: -- “Hei Aislan acho que tem algo errado mesmo aqui...”.
Aislan: -- “É claro que tem algo de errado...”.

Chrono corre até o local do grito e vê dois corpos caídos no chão a sangue por todos os corpos, logo mais ele percebe que a uma sombra escondida atrás de uma pequena porta... Ele vai se aproximando lentamente pode ser qualquer coisa... Ele fica tenso... A aparência de duas pessoas se reflete, parecem ser conhecidos... Lá estava à senhora e Sheyla escondidas, Chrono suspeita muito mais logo as ajuda.

Chrono: -- E então o que fazem aqui?
Sheyla: -- Nós estamos nos escondendo... Estão todos malucos, um matando o outro.
Aislan: -- “Chrono você não irá acreditar... Não é mesmo?”.
Chrono: -- “Da pra ver pelos olhos dela ela fala a verdade...”.
Aislan: -- “Você quem sabe...”.

Logo ele observa que há uma espada no chão... Com muito sangue em toda sua lâmina. Perto do segundo corpo, os dois corpos se encontram totalmente rasgados por vários cortes.

Chrono: -- Hum... Que estranho...
Senhora: -- Espere!... Esta arma é do General Fen, ele mora lá no topo daquela colina...
Chrono: -- E o que estamos esperando vamos até lá!
Sheyla: -- “Mas o General...”.

Então todos vão indo, demoram um pouco a chegar, já que a colina era muito longe... Ao chegarem vê tudo muito calmo, a sangue no chão... Parece ter um corpo no local, ao se aproximar Chrono vê um homem... Ele parece estar morto.

Chrono: -- Eu o achei!...

E quando Chrono vira para dizer o que achou, é inesperadamente acertado pela Senhora que logo mais mostra não ser quem aparentava ser, Chrono não consegue resistir e cai inconsciente apenas ouvindo o som daquela voz um tanto sedutora, porém maligna...

???: -- Que comecem os jogos!...MHAHAHAAHAHAHAH!

Continua no próximo episodio de Forgotten... Saiba se Chrono sobreviverá e descubra os mistérios desta cidade...
“Nunca confie em estranhos, por mais estranho que ele seja”.

“Assim como os dias passados não têm volta, as lágrimas não voltam aos olhos de quem as derramou”.

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